Alexandre Borges: Brasil terá de optar se quer ser mais parecido com Cuba ou EUA


Como se o Brasil já não tivesse problemas suficientes, as famigeradas centrais sindicais estão promovendo uma greve geral  No feriado do dia internacional do trabalho, as principais centrais sindicais do Brasil (CUT, Força Sindical, Conlutas, UGT, entre outras) se juntaram para marcar um dia para não trabalhar. Sim, como se o Brasil já não tivesse problemas suficientes, as famigeradas centrais sindicais estão promovendo uma greve geral para o próximo 14 de junho contra a Reforma da Previdência e pedindo Lula Livre. Participaram das manifestações desta quarta (1º) outras lideranças da vanguarda do atraso nacional como os candidatos derrotados à presidente nas últimas eleições, Fernando Haddad e Guilherme Boulos, além da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann. Na coordenação do movimento, o presidente da CUT, Vagner Freitas, aquele que já foi fotografado exibindo um belo relógio Rolex que custa muitos salários mínimos num país com 14 milhões de desempregados, em parte por conta do entulho varguistas e das leis trabalhistas herdadas do fascismo italiano tão defendidos pelas lideranças sindicais do Brasil. A data de 14 de junho pode ter sido escolhida por ser o dia do aniversário do comunista Ernesto Che Guevara, o facínora argentino que ajudou a criar o regime genocida de Fidel Castro em Cuba, seus campos de concentração e seus pelotões de fuzilamento. O Brasil nunca irá se desenvolver plenamente se não se livrar deste tipo de mentalidade retrógrada e perniciosa, que aleija a economia e impede que o espírito empreendedor do povo crie riqueza, novas empresas e oportunidades de emprego, que o mercado seja livre e aberto e que cada um dos brasileiros possa viver do próprio salário e dos próprios rendimentos com dignidade, sem depender do governo. No dia 14 de junho, o Brasil deveria comemorar outro aniversário, o do presidente americano Donald Trump, que tirou a esquerda do poder no seu país em 2016 e em pouco mais de três anos está entregando uma economia tão forte e robusta que espantou até os seus apoiadores mais otimistas, o que deve garantir sua reeleição no ano que vem. Enquanto os sindicatos querem que o Brasil pare no dia do aniversário de Che Guevara, o país que trabalha vai acordar cedo e trabalhar, um pouco como o povo americano sob Donald Trump. Em algum momento, o Brasil vai ter que optar entre ser mais parecido com a Cuba de Che Guevara ou com a América de Donald Trump. Qual é a sua escolha?